Treinamentos

Objetivo:

Apresentar os conceitos bsicos da filosofia de proteo de unidades geradoras.
Caractersticas:

A correta determinao das causas de uma ocorrncia no Sistema Eltrico passa, obrigatoriamente, pela anlise do comportamento operacional do Sistema de Proteo envolvido. O conhecimento da filosofia de operao das funes de proteo permite um melhor direcionamento dos procedimentos de anlise do comportamento operacional destas funes,quando de perturbaes no Sistema Eltrico, tornando a anlise mais rpida e eficiente. O treinamento permite um entendimento bsico da filosofia de proteo dos geradores.

Publico Alvo:

Engenheiros e Tcnicos de operao de usinas geradoras.

N de participantes:

Mnimo de 10 (dez), mximo de 15 (quinze).

Carga horria:

20 (vinte) horas

Material didtico:

Apostila com cerca de 30 (trinta) pginas.

Contedo Programtico:

1 Introduo

2 - Reviso de Conceitos Bsicos (opcional)

- Valores "Por Unidade" ;
- Componentes Simtricas;
- Comportamento do gerador durante um curto-circuito.

3 - Proteo do Estator para Faltas Entre Fases

4 - Proteo do Estator para Faltas Envolvendo Terra

5 - Proteo para Correntes Desequilibradas

6 - Proteo para Perda de Excitao

7 - Proteo para Sobrexcitao e Sobretenso

8 - Protees de Retaguarda para Faltas no Sistema

9 - Sistema de Proteo do Transformador Elevador

10 - Outras Protees

- Proteo para faltas entre espiras no estator;
- Proteo para falha de disjuntor e para arco atravs dos contatos principais do disjuntor;
- Proteo para energizao acidental;
- Proteo para sobrefreqncia e subfreqncia;
- Proteo para potncia inversa ou antimotorizao;
- Proteo para faltas terra no rotor;
- Proteo para queima de fusvel do secundrio de TP.

11 - Filosofia de Desligamento de Unidades Geradoras.

Perfil do Instrutor:

Marco Paulo Delboni engenheiro eletricista formado pelo Instituto Politcnico da Universidade Catlica de Minas Gerais -IPUC em 1974, com especializao em Sistemas Eltricos (CESE) pela Escola Federal de Engenharia de Itajub EFEI em 1984 e Mestre em Engenharia Eltrica pela Escola de Engenharia da UFMG em 2001. Atua no Setor Eltrico desde 1975, sendo 22 anos na CEMIG e 18 anos como consultor na rea de proteo. Desenvolveu inmeros estudos de engenharia, participou de vrios comissionamentos e testes de campo na rea de controle e proteo, tendo gerenciado a rea de engenharia operacional de proteo da CEMIG e representado a empresa no grupo de proteo (GTP) do GCOI(atual O.N.S,) durante vrios anos. Atuou como professor do Departamento de Engenharia Eltrica do IPUC de 1979 a 1982.


Objetivo:

Apresentar os conceitos bsicos da filosofia de proteo dos diversos componentes do Sistema Eltrico de Potncia.
Caractersticas:

A correta determinao das causas de uma ocorrncia no Sistema Eltrico passa, obrigatoriamente, pela anlise do comportamento operacional do Sistema de Proteo envolvido. O conhecimento da filosofia de operao das funes de proteo permite um melhor direcionamento dos procedimentos de anlise do comportamento operacional destas funes,quando de perturbaes no Sistema Eltrico, tornando a anlise mais rpida e eficiente. O treinamento permite um entendimento bsico da filosofia de proteo dos diversos componentes do Sistema Eltrico.
Publico Alvo:

Engenheiros e tcnicos de operao do Sistema Eltrico

N de participantes:

Mnimo de 10 (dez), mximo de 15 (quinze).

Carga horria:

40 (quarenta) horas

Material didtico:

Apostila com cerca de 30 (trinta) pginas.

Contedo Programtico:

1 Introduo

2 - Filosofia de Proteo

3 - Rels de Proteo

4 - Proteo de Transformadores

5 - Proteo de Reatores em Derivao

6 - Proteo de Linhas de Transmisso

7 - Proteo de Geradores

8 - Proteo de Barramentos

9 -Proteo de Bancos de Capacitores Derivao

10 - Proteo de Bancos de Capacitores Srie

11 - Proteo para Falha de Disjuntores

Perfil do Instrutor:

Marco Paulo Delboni engenheiro eletricista formado pelo Instituto Politcnico da Universidade Catlica de Minas Gerais -IPUC em 1974, com especializao em Sistemas Eltricos (CESE) pela Escola Federal de Engenharia de Itajub EFEI em 1984 e Mestre em Engenharia Eltrica pela Escola de Engenharia da UFMG em 2001. Atua no Setor Eltrico desde 1975, sendo 22 anos na CEMIG e 18 anos como consultor na rea de proteo. Desenvolveu inmeros estudos de engenharia, participou de vrios comissionamentos e testes de campo na rea de controle e proteo, tendo gerenciado a rea de engenharia operacional de proteo da CEMIG e representado a empresa no grupo de proteo (GTP) do GCOI(atual O.N.S,) durante vrios anos. Atuou como professor do Departamento de Engenharia Eltrica do IPUC de 1979 a 1982.


Objetivo:

Desenvolver o conhecimento das equipes tcnicas encarregadas da operao e manuteno da planta para realizar com maior preciso as tarefas demandadas na rotina das usinas atravs do maior conhecimento dos fundamentos, da teoria de funcionamento, dos conceitos bsicos de projeto e dos mecanismos falha e defeito da mquina.

Publico Alvo:

Engenheiros e Tcnicos de manuteno e operao de usinas hidreltricas, com formao nas reas eltrica ou mecnica.
N de participantes:

Mnimo de 10 (dez), mximo de 15 (quinze).

Carga horria:

40 (quarenta) horas.

Material didtico:

consta de uma apostila com aproximadamente 150 (cento e cinqenta) pginas.

Contedo Programtico:

1 - A gerao hidrulica no Brasil

- Importncia Caractersticas
- Cenrios e desafios
- Tendncias

2 - Mquinas eltricas conceitos e elementos bsicos -

- Aspectos da converso eletromecnica Mquinas CA e CC
- Mquinas sncronas
- Elementos bsicos das

3 - Introduo aos hidrogeradores

- Fatores que diferenciam esta famlia de equipamentos
- Caractersticas marcantes

4 - Definies e consideraes preliminares do projeto

Cliente.

- Potncia nominal x Potncia mxima Rotao nominal e mxima
- Freqncia nominal
- Tenso nominal e faixa de variao Arquitetura construtiva
- Tecnologias preferenciais

Construtor.

- Dimenses principais
- Entreferro Nmero de plos
- Coeficiente de sada
- Tecnologias dominadas;

5 - Aspectos construtivos bsicos

Estator

- Carcaa
- Ncleo
- Enrolamento

Rotor

- Plos
- Coroa Polar
- Aranha (braos e cubo)
- Anis coletores
- Sistema de frenagem

6 - Enrolamento da armadura projeto e construo

- Desenvolvimento da Fora Eletromotriz no condutor
- FEM e construo da bobina
- Tipos de enrolamento
- Projeto e construo dos enrolamentos nas mquinas sncronas;

7- Circuitos magnticos

- Aspectos fsicos e funcionais
- Materiais

8 - Plos

- Aspectos do projeto e construo
- Funcionamento e esforos
- Enrolamento amortecedor finalidade

9 - Perdas e temperaturas na mquina

- Mecanismos de desenvolvimento (aspectos qualitativos)
- Clculo (quantificao)
- Importncia
- Perdas x temperaturas
- Perfis trmicos tpicos
- Utilizao como instrumento para manuteno
- Meios de identificao

10 - Mecanismos de falha e degradao

- Conceitos e qualificao
- Mecanismos caractersticos nas famlias de hidrogeradores
- Importncia relativa dos agentes de degradao
- Os sistemas isolantes: fabricao / diagnstico de estado.

11 - Defeitos e falhas casos prticos (reais)

- Alternadores sncronos
- Motores sncronos

12 - Testes e inspees de manuteno decises

- Enrolamentos do estator
- Plos
- Ncleo do estator

13 - Novas tecnologias - PDA - Monitoramento - - Automao Outros

14 - Sistemas agregados ou dispositivos perifricos

Perfil do Instrutor:

Paulo Mrcio Salerno Lara Engenheiro Eletricista formado pela Escola de Engenharia da PUC em 1976. Trabalha no setor eltrico desde 1977, sendo 22 anos na CEMIG e 13 anos no mercado de consultoria e servios de manuteno e operao de usinas hidreltricas. Os principais trabalhos foram desenvolvidos nas atividades de comissionamento de plantas de gerao, engenharia, execuo e contratao de servios de manuteno. Participou da elaborao do plano e coordenou a implantao do programa de automao e telecontrole de todo o parque gerador da CEMIG. Desde 1999 scio-diretor da Sinergia Engenharia e Consultoria Ltda.


Objetivo:

Proporcionar conhecimentos bsicos sobre o comportamento dinmico de turbinas e hidrogeradores que facilitem o diagnstico e soluo de problemas correlatos.

Caractersticas:

Quando se sabe como uma mquina funciona sabe-se como ela se estraga! Em se tratando de equipamentos de alta seriao, tais como compressores, motores eltricos e bombas, dentre outros, esse conhecimento de pleno domnio dos fabricantes e das equipes de assistncia tcnica, podendo ainda ser disponibilizado atravs de manuais de manuteno. Todavia, quando nos reportamos manuteno de equipamentos feitos sob medida, caso das turbinas e geradores de mdio e grande porte, boa parte desse conhecimento no est disponvel a priori, devendo ser objeto de desenvolvimento especfico pelas equipes locais de manuteno. O propsito deste treinamento contribuir para a formao desse conhecimento, atravs de fundamentos tericos e exemplos prticos, no que tange aos problemas de manuteno que se manifestem atravs de alteraes no comportamento dinmico. importante salientar que, dentro da nossa tica, a expresso comportamento dinmico no foi tomada exclusivamente como sinnimo de vibraes, abrangendo tambm os esforos cuja variao no tempo seja lenta ou ocasional, tal como se verifica, por exemplo, nos fenmenos de origem trmica.

Publico Alvo:

Engenheiros e Tcnicos de operao e manuteno de usinas hidreltricas.
N de participantes:

Mnimo de 10 (dez), mximo de 15 (quinze).

Carga horria:

40 (quarenta) horas

Material didtico:

consta de uma apostila de aproximadamente 150 (cento e cinquenta) pginas.

Contedo Programtico:

PARTE I - FUNDAMENTOS TERICOS:

1. Analogia entre fenmenos eltricos e mecnicos

2. Resistncia dos Materiais:

- tenses e deformaes;
- aplicao esttica e dinmica da carga;
- tenses de origem trmica;
- rigidez de elementos estruturais;
- tenses em discos giratrios;
- flambagem de anis sujeitos compresso.

3. Mquinas Hidrulicas:

- teoria geral;
- tringulos de velocidade.

4. Dinmica de Mquinas:

- equao geral das mquinas;
- frenagem;
- rejeio de carga;

5. Vibraes:

- modelos;
- vibrao livre, sem e com amortecimento;
- vibrao forada, sem e com amortecimento;
- influncia do campo magntico;
- degrau de fora.

PARTE II - ASPECTOS DIVERSOS DO COMPORTAMENTO DINMICO:

1. Deslocamentos Absoluto e Relativo do Eixo;

2. Deformao das Estruturas de Apoio;

3. Falta de Circularidade do Rotor e do Estator;

4. Interaes Magnticas Rotor-Estator:

5. Desbalanceamento Mecnico;

6. Desbalanceamento Magntico;

7. Partida e Parada; Frenagem;

8. Flutuao da coroa polar;

9. Flambagem do ncleo do estator;

10. Vrtices na Turbina;

11. Flutuaes de Presso e de Potncia;

Perfil do Instrutor:

Licnio Csar Porto Engenheiro Mecnico formado pela Escola de Engenharia da UFMG em 1975 e Mestre em Engenharia Mecnica pela mesma instituio em 2008. No setor eltrico desde 1978, sendo 10 anos na CEMIG, 5 anos na ITAIPU BINACIONAL e 18 anos como empresrio de prestao de servios ao setor eltrico. Especializou-se em manuteno de usinas hidreltricas, tendo desenvolvido inmeros estudos de engenharia e servios de campo envolvendo atividades de manuteno e comissionamento em usinas de pequeno, mdio e grande portes. Em 1993 fundou a Sinergia Engenheiros Consultores Ltda., da qual scio-diretor.